quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A CARTA


Uma carta escrita em um momento de desespero assinalaria o final de uma existência. Entre prantos e lágrimas, eram narradas todas as dificuldades de uma jornada marcada por desilusões e infelicidades.


Finalmente acabaria com essa trajetória trágica, não mais haveria dor. Ficariam para trás todos aqueles que foram os seus algozes. Sim, não haveria outra saída para uma existência marcada por tanto sofrimento.


Contudo havia um problema, para quem escreveria aquela carta? Em meio a tanta dor, não se lembrava de um amigo. Aliás, se o tivesse, não precisaria recorrer a esse último recurso. Isto fortalecia sua decisão, não havia motivo para continuar, queria o descanso eterno.


Porém, o problema continuava: quem receberia sua carta? De repente, em meio ao seu desequilíbrio, teve uma idéia: colocaria no correio enviando para sua própria pessoa, e quando chegasse executaria a ação derradeira.


Saindo para o correio percebeu que o céu estava com um lindo azul e que algumas aves voavam apesar da poluição da cidade, não encontrando uma árvore sequer para os seus ninhos. Algumas flores, mesmo estando em terreno árido, insistiam em apresentar as suas cores.


Suas observações foram interrompidas por uma colisão. Batendo em uma pessoa que vinha em direção oposta derrubou a carta, a qual se misturou com tantas outras cartas que a pessoa trazia.
Pegou a carta e resmungando, "Nem para morrer se tem paz". Decidiu, então, não prosseguir para o correio, voltaria para casa e deixaria a carta exposta, testemunha de sua dor para quem a encontrasse.


Ao chegar em casa percebeu quer aquela não era a sua carta; na colisão pegou a errada.
E agora, quais serão as suas últimas palavras?
Parou para ler a carta trocada e se espantou com o que encontrou.


A carta dizia:
"Meu Deus, como posso lhe agradecer a presença amorosa em todos esses anos de vida? É verdade que foram anos difíceis, mas nunca me abandonastes, mesmo nos momentos de dor e solidão sempre encontrei Sua presença, aliviando o meu fardo.
Hoje me arrependo por um dia ter pensado em pôr fim a minha vida, atentando contra Sua Lei esquecendo-me que a morte não existe.
Agora compreendo a necessidade de experiências difíceis para o meu crescimento. Por isso gostaria de fazer algo de bom. Pensei em escrever várias cartas pela cidade transmitindo o seu amor. Confio que me guiarás para chegar às pessoas que necessitam.


Estou feliz, não porque as dores acabaram, mas porque encontrei a Tua companhia e com ela vencerei todos os obstáculos.
Irmão que recebeste esta carta confie, ore e prossiga. Não existem males intermináveis e nem dores infinitas; a cada porta que se fecha novas luzes entram por outras janelas que se abrem.
Confie, Deus guiará o seu caminho, lhe retirando as estradas das trevas para o caminho da luz. Lembre-se que nenhuma ovelha se perderá".


Ao terminar a leitura chorou de arrependimento e conversou com o Pai de Infinita Misericórdia. Novas energias chegaram ao seu coração, que se acalentou. Então, percebeu que há muitos dias não abria as suas janelas, havia se fechado para a vida.


Correu e abriu as janelas, deixando a luz entrar e retomou a vida, agradecendo a Deus por ela e por aquela carta que lhe trouxera nova direção.



terça-feira, 29 de novembro de 2011

EU AMO MEU GARI...


Eu estava naquele emprego há bastante tempo. Creio que as coisas poderiam ter sido piores. Certamente eu não estava trabalhando duro. Mas bater de porta em porta fazendo perguntas como um representante do governo federal não era também a melhor das posições.


Era Agosto. A temperatura estava quente. Eu tinha que usar uma gravata.
- Olá. Meu nome é Bob Perks e estou realizando uma pesquisa pela região...
- Não estou interessado Até logo!...porta fechada.


Você não pode imaginar quantas vezes tive que ouvir isso. Finalmente aprendi e começava com
- Antes de você bater a porta, não estou vendendo nada e apenas gostaria de fazer algumas perguntas a seu respeito e a respeito da vizinhança.


A jovem, atrás da porta, fez uma pausa momentânea, levantou as sobrancelhas, sacudiu os ombros, confusa diante de minha áspera apresentação.
- Claro. Entre por favor. Não repare a bagunça. Essa é uma casa com crianças.


Era uma casa antiga, situada numa parte do vale onde as pessoas com baixa renda encontram aluguéis baratos.Com a renda que tinham, a casa parecia confortável e convidativa.
- Preciso apenas fazer algumas perguntas sobre você e sua família. Embora possa soar muito pessoal, não gostaria de usar seus nomes. Essa informação será usada...


Ela interrompeu-me.
- Você gostaria de um copo de água gelada? Parece que você teve um dia duro.
- Oh, claro!, eu disse rapidamente.


Assim que ela voltou com o copo de água, um homem entrou pela porta da frente. Era o marido dela.
- Joe, esse homem está fazendo uma pesquisa.


Fiquei parado e educadamente apresentei-me. Joe era alto e seu rosto era ríspido e parecia ser mais velho, embora eu tenha tido a impressão de que ele deveria estar na altura dos seus 20 e poucos anos. Suas mãos pareciam de couro. O tipo de mãos de quem trabalha duro, de quem não trabalha com papéis e canetas.


Ela foi até ele e o beijou gentilmente no rosto. No olhar que eles trocaram, era visível o amor que os envolvia. Ela sorriu e descansou sua cabeça no ombro de Joe. Ele tocou sua face com as mãos e disse gentilmente
- Amo você.


Eles poderiam não ter bens materiais, mas esses dois eram mais ricos do que a maioria das pessoas que conheço. Eles tinham um amor poderoso. O tipo de amor que nos dá coragem quando as coisas parecem estar ruins.
- Joe trabalha na vizinhança, ela disse.
- O que você faz?, eu perguntei.


Ela tomou a frente, não deixando-o responder.
- Joe coleta o lixo. Você sabe, eu sou muito orgulhosa do trabalho dele.
- Amor, eu estou certo que esse homem não quer ouvir isso, disse Joe.
- Não, eu realmente quero, eu disse.
- Você sabe, Bob, Joe é o melhor gari da comunidade. Ele pode colocar mais lixo dentro do caminhão do que qualquer outro. Ele consegue colocar tanto lixo dentro do caminhão que os outros não precisam correr tanto, ela disse apaixonadamente.
- Na corrida, Joe continuou, Acabo economizando o dinheiro da comunidade. O valor por homem.hora acaba caindo e o custo por caminhão também é menor.


Houve um silêncio. Eu não sabia o que dizer. Balancei minha cabeça procurando pelas palavras certas.
- Isso é incrível! A maioria das pessoas reclamaria diante de um trabalho como esse. E certamente é um trabalho difícil. Mas sua visão sobre esse trabalho é encantadora, eu disse.


Ela encaminhou-se até a poltrona. Ao virar-se, tinha em sua mão um pequeno pedaço quadrado de papel.
- Quando tivemos nosso terceiro filho, Joe perdeu seu emprego. Estávamos sem dinheiro e sob a responsabilidade do Serviço de Assistência Social. Ele não conseguia encontrar emprego em lugar nenhum. Um dia, ele foi enviado para uma entrevista aqui em nossa comunidade. Eles ofereceram-lhe o trabalho que ele tem agora. Ele voltou para casa envergonhado e em estado de depressão, dizendo-me que aquele emprego fora o melhor que ele havia encontrado. O salário seria até bem menor do que o que ganhávamos da Assistência Social.


Ela deu uma pausa momentânea e foi até Joe.
- Eu tenho muito orgulho dele e sempre terei. Eu não penso que o trabalho faz o homem. Eu acredito que o homem faz o trabalho!
- Precisávamos viver na comunidade para poder trabalhar aqui. Então, alugamos essa casa, Joe disse.
- Quando nos mudamos, esse papel estava pendurado na parede, bem atrás da porta da frente. Isso fez a diferença para nós, Bob. Eu sabia que Joe estava fazendo a coisa certa, ela disse, enquanto segurava o pequeno pedaço quadrado de papel.


No papel estava escrito: "se um homem é chamado para varrer, ele deve varrer como se fosse Michelangelo pintando, ou como Beethoven compondo suas músicas, ou como Shakespeare escrevendo suas poesias. Ele deve varrer ruas tão bem que até os moradores do céu e da terra pararão para dizer, aqui passou um excelente varredor de ruas que fez bem o seu trabalho". Martin Luther King


- Eu amo-o pelo que ele é. Mas o que ele faz, ele faz melhor do que ninguém. Eu amo meu gari!


(Bob Perkins)



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

AME SEUS PAIS


Muito tempo atrás, existia uma árvore enorme, uma bela macieira. Um pequeno garoto adorava vir e brincar à sua volta, diariamente. Ele subia até o topo da árvore, comia as maçãs, tirava um bom cochilo debaixo das sombras. Ele gostava muito da árvore e a árvore gostava muito de brincar com ele.


O tempo passou... O pequeno menino cresceu e não mais brincou em torno da árvore como fazia todos os dias. Um dia, ele voltou e a árvore lhe pareceu triste.
- Venha e brinque comigo, a árvore disse ao menino.
- Eu não sou mais uma criança, eu não brinco mais ao redor de árvores, o menino respondeu. Agora eu quero brinquedos. E preciso do dinheiro para compra-los.
- Me desculpe, mas eu não tenho dinheiro... mas você pode colher todas as minhas maçãs e vendê-las. Então, você terá dinheiro suficiente.


O menino ficou tão excitado. Ele agarrou todas as maçãs da árvore e partiu feliz. O menino nunca que voltava depois de colher as maçãs. A árvore estava triste.


Um dia, ele retornou e a árvore ficou muito alegre.
- Venha e brinque comigo, a árvore disse.
- Eu não tenho tempo para brincar. Eu tenho que trabalhar para ajudar minha família. Nós precisamos de uma casa para nos abrigar. Você pode me ajudar?
- Desculpe, mas eu não tenho uma casa. Mas você pode cortar meus galhos para construir sua casa.


Então o menino cortou todos os galhos da árvore e partiu feliz. A árvore estava contente por ver o menino feliz mas o menino nunca mais que voltava. A árvore novamente estava só e triste.


Um dia quente de verão, o menino apareceu e a árvore teve muito prazer em revê-lo.
- Venha e brinque comigo! A árvore disse.
- Estou cansado e ficando velho. Eu queria mesmo é navegar um pouco e relaxar. Você poderia me dar um barco?
- Use meu tronco e construa seu barco. Você pode navegar até bem longe e ser feliz.


Então o menino corta o tronco da árvore para fazer um barco. Ele foi navegar e não apareceu mais por muito tempo


Finalmente, ele retornou depois de muitos anos.
- Desculpe meu menino. Mas não tenho nada mais para você. Nem maçãs para você tenho mais. A árvore disse.
- Eu não tenho dentes para morder, o menino respondeu.
- Não tenho mais o tronco para você subir.
- Estou muito velho para isto, o menino respondeu.
- Eu realmente não posso lhe dar nada... a única coisa que ficou foram minhas agonizantes raízes, a árvore disse entre lágrimas.
- Eu agora não preciso de muito, só um lugar para descansar. Eu estou muito cansado depois de todos estes anos, o menino respondeu.
- Bom! As raízes desta velha árvore formam o melhor lugar para se apoiar e descansar. Venha, sente-se comigo e descanse.


O menino sentou-se e a árvore ficou contente e sorriu entre lágrimas...


Esta é uma história significativa para todos nós. A árvore é nosso pai. Quando somos jovens, gostamos de brincar com mamãe e papai... Quando crescemos, nós os deixamos... só aparecemos quando precisamos de algo ou quando estamos em dificuldades. Não importa o que nem como, os pais sempre darão tudo que podem para fazer você feliz. Você pode pensar que o menino foi cruel com a árvore mas é exatamente isto que todos nós somos...


Ame muito a seus pais. 

sábado, 26 de novembro de 2011

PRECISANDO DE VOCÊ...


Patrícia sentiu seu mundo desmoronar quando, após 11 anos de casamento, seu marido lhe anunciou que tinha dado entrada no divórcio e estava saindo de casa. Seu primeiro pensamento foi para os filhos: o menino tinha apenas cinco anos e a menina, quatro. As dúvidas a assaltaram.


Será que ela conseguiria manter a família unida?


Será que conseguiria transmitir-lhes o sentido de família? Será que, criando-os sozinha, conseguiria manter o lar, lhes ensinar ética, valores morais e tudo o mais que eles precisariam para a vida?


O importante era tentar. E ela tentou. Durante a semana, ela arranjava tempo para rever os deveres de casa, discutir a importância de fazer as coisas certas.


No dia das mães foi preparada uma homenagem muito bonita, no templo religioso. Falou-se a respeito da difícil tarefa de ser mãe e do reconhecimento que toda mãe merecia. Finalmente, foi pedido que cada criança escolhesse, dentre as tantas flores que estavam em vasos enfeitados, uma para dar a sua mãe, como símbolo do quanto era amada e estimada.


Os filhos de Patrícia se encaminharam até as plantas. Enquanto esperava, Patrícia pensava nos momentos difíceis que os três haviam passado juntos. Olhou as begônias, as margaridas douradas, os amores-perfeitos violetas e ficou a planejar onde plantar o que quer que escolhessem para ela.


Com certeza, eles trariam uma linda flor, como demonstração de seu amor. Todas as crianças já haviam escolhido as plantinhas e ofertado para suas mães, enquanto os filhos de Patrícia continuavam a escolher. Pareciam levar a tarefa muito a sério, olhando atentamente cada vaso.


Finalmente, com um grito de alegria, eles acharam algo bem no fundo. Com sorrisos a lhes iluminar os rostinhos, eles avançaram até onde ela estava sentada e a presentearam com a planta que haviam escolhido.


Ela olhou estarrecida. A planta estava murcha, com aspecto doentio. Aflita, ela aceitou o vaso que os filhos lhe estendiam. Era óbvio que eles haviam escolhido a menor planta, a mais doente. Nem flor tinha. Ela sentia vontade de chorar.


Mas eles olhavam para a plantinha orgulhosos, sorridentes. Mais tarde, já em casa, Patrícia não se conteve e perguntou:
- Por que, em meio a flores tão maravilhosas, vocês escolheram esta flor para me dar?
Ainda orgulhoso, o menino declarou:
- Mamãe, é que esta estava precisando de você.


Enquanto as lágrimas escorriam pelo seu rosto, Patrícia abraçou seus dois filhos, com força.
Eles acabavam de lhe dar o maior presente de dia das mães que jamais poderia ter imaginado.
Todo o seu trabalho e sacrifício, ela reconhecia, não estava sendo em vão: eles estavam crescendo perfeitamente bem e tinham entendido a linguagem da renúncia e do amor.


Não existe uma forma de ser mãe perfeita, mas um milhão delas de ser uma boa mãe. Esmere-se por ser uma boa mãe o bastante para seus filhos.
Sensata para os transformar em homens de bem. Correta para lhes dar os exemplos de cidadania. Digna para exemplificar a honra e amorosa para lhes falar das coisas que não perecem nunca e criam tesouros além da vida material.
  


 UM BOM FINAL DE SEMANA PRA VOCÊ!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

SER UM AMIGO É UMA HONRA


Uma noite, estava sozinho em minha casa. Eram umas 23 horas quando recebi o telefonema de um querido amigo. Seu telefonema me deixou muito feliz e, a primeira coisa que ele me perguntou foi:
- Como você está?


E, eu lhe respondi:
- Muito só...


- Você quer conversar?
Eu respondi que "sim",
- Você quer que eu vá até a tua casa?
Eu respondi que "sim" novamente...


Desligou o telefone e em menos de quinze minutos lá estava ele tocando a minha campainha. Eu comecei falando por horas de meu trabalho, minha família, minha namorada, meus problemas e duvidas e, ele, atento me escutava.


Naquela noite eu estava muito cansado mentalmente e, a sua companhia me fez muito bem. Além do mais, do começo ao fim ele me escutou, me apoiou e me aconselhou. Assim, quando ele notou que eu estava melhor ele disse:
- Bom, agora preciso ir trabalhar...


Surpreso eu lhe disse:
- Amigo, porque não me disse antes que teria que ir trabalhar, veja que horas são, você não conseguiu dormir nenhum pouco, eu roubei seu tempo por toda noite.


Ele sorriu e me disse:
- Não tem problema, para isso existem os amigos!


Ao ouvir isso fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim. 
Eu o acompanhei até a porta de minha casa e quando ele caminhava até o seu carro eu gritei:
- Psiu... amigo, porque me telefonastes tão tarde? O que você queria?


Ele voltou e me disse com voz baixa:
- É que eu queria desabafar um pouco... te dar uma notícia...
E eu perguntei:
- O que aconteceu?


Ele me disse:
- Fui ao médico e ele me disse que tenho uma doença incurável, assim, só posso esperar...


Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse:
- Tenha um bom dia amigo! Entrou no seu carro e se foi...


Precisei de um bom tempo para assimilar a situação e, até hoje me pergunto:
- Porque quando ele me perguntou como eu estava eu me esqueci dele e só falei de mim? Como ele teve força para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?


Desde este dia a minha vida mudou... deixei de ser tão crítico com meus problemas e de me preocupar somente comigo. Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas estão e me interessar mais por elas, sem esperar nada em troca. Tento sentir mais profundamente aqueles que estão a minha volta e aqueles que passam por minha vida...


"Não existe amor maior do que dar a vida a favor dos amigos!"


Fazer um amigo... é um dom!
Ter um amigo... é uma graça!
Conservar um amigo... é uma virtude!
Agora, de você  ser um amigo... é uma HONRA!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ACREDITE SE QUISER...


Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:


" Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado "


Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.


Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:


- Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?
- Vamos lá. Só tenho a ganhar!, respondeu o mendigo.


Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.
Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.


Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição.


Contou ele :
- Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: "Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados ! Mal consigo sobreviver!"


- As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: "Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você , diga a si mesmo e aos outros que você é próspero."


- Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para: "Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."


- E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.


Uma repórter, ironicamente, questionou:
- O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?


Respondeu o homem, cheio de bom humor:


- Claro que não, minha ingênua amiga! 
Primeiro eu tive que acreditar nelas!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O VENENO


À muito tempo atrás, uma menina chamada Lili se casou e foi viver com o marido e a sogra. Em um tempo muito curto, Lili descobriu que não ia se dar bem com a sua sogra. As personalidades delas eram muito diferentes, e Lili foi se enfurecendo com os hábitos de sua sogra. Além disto, ela criticava Lili constantemente.
Dias e dias se passaram. Semanas e semanas se passaram. Lili e sua sogra nunca deixaram de discutir e briga


Mas o que fez a situação até piorar era que, de acordo com antiga tradição chinesa, Lili tinha que se curvar à sogra e a obedecer em tudo desejo. Toda a raiva e infelicidade dentro da casa estavam causando ao pobre marido um grande stress. Finalmente, Lili não agüentando mais decidiu tomar uma atitude
Lili foi ver o bom amigo de seu pai, o Sr. Huang que vendia ervas. Ela lhe contou sobre a situação e pediu que ele lhe desse algum veneno de forma que ela poderia resolver o problema de uma vez por todas.


Sr. Huang pensou por algum tempo e finalmente disse,
- Lili, eu te ajudarei a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e obedecer todas as instruções que lhe der.
Lili respondeu:
- Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que me pedir que faça.
Sr. Huang entrou no quarto dos fundos e voltou em alguns minutos com um pacote de ervas. Ele falou para Lili:


- Você não pode usar de uma só vez para se libertar de seu sogra, porque isso causaria suspeitas. Então, eu lhe dou várias ervas que vão lentamente envenenar sua sogra. A cada dois dias prepare alguma carne, de porco ou galinha, e ponha um pouco destas ervas no prato dela. 


Agora, para ter certeza que ninguém suspeita de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável com ela. Não discuta com ela, a obedeça em tudo, e a trate como se uma rainha fosse.


Lili ficou muito contente. Agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra.
Semanas passaram, e meses passaram, e a cada dois dias, Lili serviu a comida especialmente tratada à sua sogra. Ela se lembrou do que Sr. Huang tinha dito sobre evitar suspeita, assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra, e a tratou como se fosse sua própria mãe. Depois que seis meses tinham passado, a casa inteira tinha mudado. 


Lili tinha controlado tanto o seu temperamento que ela quase nunca se aborreceu. Ela, nestes seis meses, não tinha tido uma discussão com a sogra, que parecia agora muito mais amável e mais fácil se lidar.
As atitudes da sogra com Lili mudaram, e ela começou a amar Lili tanto quanto da própria filha. Ela revelava aos amigos e parentes que Lili era a melhor nora que alguém poderia achar. Lili e a sogra estavam tratando uma à outra como verdadeiras mãe e filha. O marido de Lili estava muito contente em ver o que estava acontecendo.


Um dia, Lili foi ver o Sr. Huang e pediu a ajuda dele novamente. Ela disse:
- Querido Sr. Huang, por favor me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou em uma mulher agradável, e eu a amo como minha própria mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno eu a dei.
Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça.


- Lili, não há nada com que se preocupar. Eu nunca lhe dei qualquer veneno. As ervas que eu dei à você eram vitaminas para melhorar a saúde dela. 
O único veneno estava em sua mente e sua atitude para com ela, mas isso tudo foi jogado fora pelo amor que você deu a ela.




Na China existe uma regra dourada que diz:
A pessoa que ama aos outros também será amada.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

UM HERÓI DIFERENTE


Foi num dezembro frio e de muita neve. Aliás, neve perfeita para andar de trenó. Por isso, mãe e filha se dirigiram morro acima.
O morro estava cheio de gente. A Sra. Silvermann e a filha de onze anos acharam um espaço perto de um homem alto e magro e de seu filho de 3 anos.


O garoto já estava deitado de barriga para baixo, esperando para ser empurrado.
- Vamos lá, papai! Vamos lá!


O homem deu um forte empurrão no trenó e lá se foi o menino. Mas não foi apenas o garoto que voou - o pai saiu correndo atrás dele a toda velocidade.
- Ele deve estar com medo que seu filho se choque contra alguém - pensou a jornalista.
E ela mesma com a filha desceu o morro, em grande velocidade, a neve solta voando nos seus rostos.


O retorno até o alto do morro era uma longa caminhada. Enquanto ambas subiam com vagar, puxando o trenó, a Sra. Silvermann observou que o homem magro estava empurrando seu filho, que ainda se encontrava no trenó, de volta ao topo.
- Isso é que é um paizão - falou a menina. Será que você, mamãe, faria o mesmo por mim?
- Nem pensar, foi a resposta. Continue andando.


Quando elas chegaram no topo do morro, o garotinho já estava pronto para brincar novamente e gritava feliz:
- Vai, vai, vai, papai!
Outra vez o pai reuniu todas as suas energias para dar um grande empurrão no trenó, correu atrás dele morro abaixo e então puxou o trenó e o menino de volta para cima.


Assim foi por mais de uma hora. A Sra. Silvermann estava intrigada. Não era possível que aquele homem achasse que seu filho fosse bater em alguém. Mesmo sendo pequeno, ao menos na subida ele poderia puxar o trenó uma vez. Mas o homem parecia não se cansar. Ria, jovial e continuava no seu afazer.
Ela então lhe disse:
- Você tem uma tremenda energia, hein?
O homem olhou para ela e sorriu, apontando para o filho.
- Ele tem paralisia cerebral, disse de forma natural. Ele não pode andar.


A jornalista entendeu, naquele momento, porque somente então se deu conta que não havia visto o menino descer do trenó durante todo o tempo que estiveram no morro. Entretanto, tudo parecia tão alegre, tão normal, que a ela não ocorrera, por um minuto sequer, que o menino poderia ser deficiente.


Ainda que não soubesse o nome do homem, ela contou a história em sua coluna no jornal na semana seguinte. Pouco tempo depois, ela recebeu uma carta que dizia assim:
"Cara Sra. Silverman, a energia que gastei, no morro, naquele dia, não é nada comparada ao que o meu filho faz todos os dias. Para mim, ele é um verdadeiro herói e algum dia espero ser metade do homem que ele já se
tornou." 


E a sua energia como anda? ta difícil fazer aquela caminhada...
Não desista assim tão facilmente, você vai se sentir muito melhor
mais alegre e feliz...


Bom dia!!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O DIÁRIO DE UM CÃO


1ª Semana:
Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!


1º Mês:
A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!


2º Mês:
Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como que esperando que a minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito.


4º Mês:
Cresci muito rápido. Tudo chama à minha atenção. Existem crianças na casa, são como “irmãozinhos”.


5º Mês:
Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz xixi dentro de casa… Mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como durmo na marquise, não aguentei!


6º Mês:
Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido… Creio que a minha família humana me ama muito… Quando estão a comer convidam-me também. O pátio é só para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam comida. Nunca me educam! Seguramente porque nada faço de errado!


12º Mês:
Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!


13º Mês:
Como me senti mal hoje… O meu “irmãozinho” tirou-me a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos, fui atrás dele e mordi-o, mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto, prenderam-me e quase não me posso mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que me vão deixar em observação (certamente não me vacinaram)… Não entendo o que está a acontecer.


15º Mês:
Tudo mudou… vivo preso no pátio… na corrente… Sinto-me muito só…. a minha família já não me quer… às vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho teto para me tapar.


16º Mês:
Hoje tiraram-me a corrente. Pensei que me tinham perdoado…Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e o meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entrámos no carro e andámos um grande bocado. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era um dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora… “Esperem!!!” – Lati. Esqueceram-se de mim! Corri atrás do carro com todas as minhas forças… a angustia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado…


17º Mês:
Procurei em vão encontrar o caminho de volta a casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração olham-me com tristeza e dão-me de comer… Eu agradeço com um olhar do fundo da minha alma. Porque não me adotam? Eu seria leal como ninguém. Porém apenas dizem “Pobre cãozinho, deve estar perdido.”.


18º Mês:
No outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”. Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras – para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos, e desde então não vejo.


19º Mês:
Parece mentira, mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim… Agora que estou mais fraco, com aspecto mudado… perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.


20º Mês:
Quase não me posso mexer. Hoje ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles atropelou-me. Pelo que sei estava num lugar seguro chamado sarjeta, mas nunca me vou esquecer do olhar de satisfação do motorista ao faze-lo. Oxalá me tivesse morto… Porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, as minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas completamente fora da estrada. Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pêlo está a cair. Algumas pessoas passam e não me vêem; outras dizem


“Não te aproximes”. Já estou quase inconsciente. Porém uma força estranha fez-me abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. “Pobre cãozinho, como te deixaram”, dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse “Minha senhora, infelizmente este cão não têm remédio que o salve, o melhor é que deixe de sofrer”.
A gentil senhora consentiu com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar…


Senti somente a picada da injecção e dormi para sempre, pensando em porque nasci se ninguém me queria…


Uma maravilhosa reflexão sobre a vida… enquanto enxuga essas lagrimas dos mais puros sentimentos do seu coração.


Um grandioso começo de semana!!
Que a paz o amor e a alegria sejam suas companhias.


Abração!!
MANCHA NEGRA

SUA HISTÓRIA


Conta-se uma história impressionante de um sábio oriental:


Certo homem muito rico tinha dois grandes amigos. Amigos esses que em todas as horas de alegria e de farra estavam sempre ao seu lado, usufruindo de suas guloseimas, de seus banquetes e de seus drinks, em nada faltando pois ele era um homem gentil, e procurava sempre a todos que estavam ao seu lado, levar-lhes tudo o que eles não tinham condição de possuir.
Certa feita, o ex-rico foi chamado ao tribunal. Os seus negócios estavam indo muito mal, e ele receberia uma condenação. Recorreu, então, aos seus amigos, pedindo-lhes ajuda. Inicialmente o ex-rico, procurou um de seus grandes amigos, pois achava que somente com sua ajuda tudo seria resolvido.


- Companheiro, perdoe-me mas tudo o que posso fazer, disse o solicitado, é dar-te um traje novo para ires lá.


Triste com a ajuda daquele que achava que fosse um verdadeiro amigo, recorreu ao segundo, aquele que possuía uma amizade mais sólida e que com certeza esse o ajudaria sem sombras de dúvidas.
- Eu, acrescentou o segundo, estou bastante ocupado e não disponho de muito tempo pois tenho outros compromissos, mas não se preocupe pois eu irei contigo até a porta do tribunal.


Mais desiludido ainda, e apavorado, ficou muito cabisbaixo, lembrando-se das horas alegres e de lazer em que sempre estavam juntos e nada faltava aos seus pseudo amigos, pois sempre lhes ajudava em tudo, e agora.... nada.


Vendo-o muito triste e em desespero, apareceu um terceiro, o qual pouco tinha contato e confiança, pois nas suas horas de lazer pouco se preocupou com ele, era humilde, simples, despojado dessas coisas supérfluas que valorizamos tanto.


Solicitou ao ex-rico se ele desejaria que o acompanhasse até o tribunal, e lá o defendesse. Desiludido e sem ânimo, ficou encabulado e triste, pois aquele era o que menos contava, nunca estava junto de suas horas de lazer e alegria, mas abriu seu coração e aceitou de imediato, viu que não havia mais saída, para o seu problema.


Assim o fez, e falou tão bem a favor do seu amigo, que este foi absolvido.


Essa história dizia o velho sábio, será a sua, no dia da sua morte.


Um amigo lhe dará o último traje, a mortalha; esse amigo é o dinheiro que tanto você ama; é o máximo que ele pode fazer.


O outro amigo o acompanhará, esse é o mundo; os seus pais e os seus conhecidos o acompanharão no cortejo fúnebre até o cemitério; é também o máximo que podem fazer.


Mas o terceiro, o amigo fiel que não o abandonará nunca, que por você intercederá, e advogará junto ao tribunal, é o advogado universal, é o único que pode salvar realmente nossas vidas, é o Nosso Senhor e Salvador 


JESUS CRISTO!

domingo, 20 de novembro de 2011

2012


Ouviu falar de 2012 como um ano em que algo ocorrerá?


Bom, por um lado existem várias profecias que indicam esta data como um momento importante da história da humanidade, mas a mais significativa é o término do calendário Maya, cuja profecia foi interpretada de várias formas. Os mais negativos pensam que nesse ano o mundo termina, mas isto não é real, pois sabemos que neste ano começa a Era de Aquário.


Na verdade este planeta está sempre mudando a sua vibração, e estas mudanças intensificaram-se desde 1898, levando a um período de 20 anos de alterações dos pólos magnéticos que não ocorriam há milhares de anos. Quando ocorre uma mudança do magnetismo da terra, surge também uma mudança consciencial, assim como uma adaptação física à nova vibração. Estas alterações não acontecem apenas no nosso planeta, mas em todo o universo, como a ciência atual tem comprovado.


Informe-se sobre as mudanças das tempestades solares (que são tempestades magnéticas) e perceberá que os cientistas estão a par destes assuntos. Ou pergunte a um piloto aviador sobre o deslocamento dos pólos magnéticos, já que todos os aeroportos foram obrigados a modificar os seus instrumentos nos últimos anos.


Esta alteração magnética se manifesta como um aumento da luz, um aumento da vibração planetária.


Para entender mais facilmente esta questão, é preciso saber que a vibração planetária é afetada e intensificada pela consciência de todos os seres humanos. Cada pensamento, cada emoção, cada ser que desperta para a consciência de Deus, eleva a vibração do planeta. Isto pode parecer um paradoxo, uma vez que vemos muito ódio e miséria ao nosso redor, mas é assim mesmo.


Venho dizendo em mensagens anteriores que cada um escolhe onde colocar a sua atenção. Só vê a escuridão aqueles que estão focados no drama, na dor, e na injustiça. Aquele que não consegue ver o avanço espiritual da humanidade, não tem colocado a sua atenção nesse aspecto.


Porém se liberar sua mente do negativo, abrirá um espaço onde sua essência divina pode manifestar-se, e isto certamente trará o foco para o que ocorre de fato neste momento com o planeta e a humanidade.


"Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos".


Como assim?
Não percebe a escuridão?


Vejo-a sim, mas não me identifico com ela, não a temo. Como posso temer a escuridão se vejo a luz tão claramente? Claro que entendo aqueles que a temem, porque também fiquei parado nesse lugar onde apenas via o mal. E por esta razão sinto amor por tudo isso.


A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o principio da luz funciona. O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida. A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé. Assim que aumentamos a nossa frequência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.


Mas como pode afirmar tudo isso, se no mundo existe cada vez mais maldade?


Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora.


Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá muita desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que tinha naquele local.


A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.


Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.


Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.


Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não conseguem resolver, já que não provêm de uma doença que possa ser diagnosticada.


Dirão que é causado pelo estresse. Porém isto não é real. São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora precisa ser limpo.


Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo. Não se preocupem. Leiam um livro, meditem, assistam TV. Não imaginem que algo errado ocorre. Você apenas está assimilando a nova vibração planetária. No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.


Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível.


Para isto não existe tratamento específico - apenas antidepressivos, que farão com que você perca a oportunidade de mudar sua vida.


Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade, assim como o amor.


Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade da escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.


Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos.
Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.


Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões.
A ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está acontecendo.
Seja um participante ativo.


Que estes acontecimentos não o deixem assustado, por não saber do que se trata.


Deste amigo, que também como vocês, tenta compreender os mistérios deste imenso Universo. 


MANCHA NEGRA