segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O SÁBIO E O GRANJEIRO



Um granjeiro pediu a um sábio que o ajudasse a melhorar a sua granja,que tinha  baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em  uma caixa.Fechou-a e entregou-a ao granjeiro,dizendo: -Leva esta caixa por todos os lados da sua granja,três vezes ao dia,durante um  ano.


Assim fez o granjeiro.Pela manhã ao ir ao campo segurando a caixa,encontrou  um empregado dormindo,quando deveria estar trabalhando.Acordou-o e
chamou-lhe a atenção.Ao meio dia,quando foi ao estábulo,encontrou o gado sujo  e os cavalos sem alimento.À noite,indo à cozinha com a caixa,deu-se conta de  que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros.A partir daí, todos os dias, ao  percorrer sua granja de um lado para o outro com seu amuleto,encontrava  coisas que deveriam ser corrigidas.


Ao final do ano,voltou a encontrar o sábio e lhe disse:
-Deixa esta cixa comigo por mais um ano,minha granja melhorou o rendimento  desde que estou com o amuleto.


O sábio sorriu e,abrindo a caixa disse-lhe: -Podes ter esse amuleto para o resto de sua vida. No papel estava escrito a seguinte frase:"Se queres que as coisas melhorem  deves acompanhá-las constantemente." 


Bom dia!!
                  

A VIAGEM DE TÁXI



Esta história um taxista conta....


Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida de cowboy própria para alguém que não deseja ter patrão. O que eu não percebi é que aquela vida era também um ministério. Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um confessionário. 


Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas - suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite - era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade. 


Quando eu cheguei às 02.30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado umas duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora. a não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
- Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda, eu pensei.
Assim fui até a porta e bati.
- Um minuto, respondeu uma voz débil e idosa.


Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40. Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. 
O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
- O Sr poderia por a minha mala no carro?, ela pediu.


Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.
- Não é nada. eu apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha mãe.
- Oh!, você é um bom rapaz!
Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
- O Sr poderia ir pelo centro da cidade?
- Não é o trajeto mais curto, alertei-a prontamente.
- Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos.


Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
- Eu não tenho mais família, continuou. O médico diz que tenho pouco tempo.
Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei
- Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?


Nas duas horas seguintes nós dirigimos pela cidade. ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado com ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.


Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
- Eu estou cansada. Vamos agora!
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até o taxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos e observavam todos os movimentos dela. 


Eles deviam estar esperando-a. Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta. A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.
- Quanto lhe devo?, ela perguntou, pegando a bolsa.
- Nada, respondi
- Você tem que ganhar a vida, meu jovem
- Há outros passageiros, respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente.
- Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigado.


Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida. Naquele dia não peguei mais passageiros. dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?


Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida. Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse, mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir.

ELE NÃO CONHECIA...



Meus amigos, algum de vocês tem uma bíblia em casa, suponho que sim!!! Mas costumam ler ou a deixam empoeirar num canto da casa? Acompanhe esta história e reflitam!

Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. 


Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina. 


O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos - 
alguns aproveitáveis e outros não. 


Havia realmente muito o que fazer ali. Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:


- Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível.... Posso jogar no lixo?


A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito:
- Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...


- Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...

A FAZENDA DO SINHÔZINHO



Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados. Os trabalhadores estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.


Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Sinhôzinho, um homem rico e poderoso, que, dono de muitas terras exigia que todos trabalhassem duro pagando por isso muito pouco.
Um dia chegou ali um novo empregado. Era um jovem agricultor em busca de trabalho. Recebeu como todos uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.


O jovem vendo aquela casa suja e largada, resolveu dar-lhe vida nova. Pegou uma parte de suas economias, foi até a cidade comprou algumas latas de tinta. Chegando em casa, em suas horas vagas, cuidou da limpeza, lixou as paredes com cores alegres e brilhantes, colocou flores nos vasos. 
Aquela casa limpa e arrumada chamava a atenção de todos que passavam. O jovem sempre alegre trabalhava feliz na fazenda. Os outros trabalhadores lhe perguntavam:
Como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?


O jovem olhou para os amigos e disse:
- Bem, este trabalho, hoje, é tudo o que eu tenho. 
Ao invés de  blasfemar e reclamar prefiro agradecer por ele. 
Quando aceitei este trabalho sabia de suas limitações. 
Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Eu o aceitei e farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer. Os outros olharam admirados. Como ele pode pensar assim? 
Afinal, acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino.


O entusiasmo do rapaz em pouco tempo chamou a atenção de Sinhôzinho que passou a observar a distância os passos dele. 
Um dia Sinhôzinho pensou:
Alguém que cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei, cuidará também com o mesmo capricho da minha fazenda. Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.

Sinhôzinho, foi até a casa do rapaz, e, após tomar um café fresco, ofereceu ao jovem um emprego de administrador da fazenda...
O rapaz prontamente aceitou. Seus amigos agricultores novamente foram perguntar-lhe:
- O que faz com que algumas pessoas sejam bem sucedidas e outras não?


E ouviram com atenção a resposta:


"Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino. Não existe a realidade pronta, existe no homem, a capacidade de realizar!"


Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um. Pense nisso!

sábado, 29 de outubro de 2011

SHARKS BASKETBALL CLUB: Lembra Dele? Carlinhos Itaberá revela mitos e verd...

SHARKS BASKETBALL CLUB: Lembra Dele? Carlinhos Itaberá revela mitos e verd...: “I-ta-be-rá.” Com esse grito, que exaltava seu nome como uma forma de brincadeira e, muitas vezes, de deboche, Carlinhos era recebido nas L...

PAPAI E MAMÃE (Texto imaginário do advogado Gilberto Franco Silva Jr)



Gostaria que vocês chegassem um pouco mais perto de mim. 
Ao menos agora, pois, mesmo assim, talvez vocês, novamente, poderão não entender, ou não me ouvir.
Sinceramente, não os culpo de nada, mas, alguma coisa eu preciso deixar registrada.
Fui vítima da última "overdose". E, essa, só pode ser atribuída à minha imprudência, à minha inconseqüência, ou à minha falta de caráter.


Poucos são, os que dizem, que esses defeitos são acumulados em um só; na minha falta de educação.
A coisa é muito difícil, sabe: vocês é que me educaram. Se eu concordasse com isso, estaria atribuindo a vocês o meu fracasso, a minha derrota. Sim, porque no estado em que me encontro, fui derrotado.
Eu disse que esta foi minha última "overdose", pois ela, sem dúvida, inutilizou-me para sempre. As outras "overdoses" foram de impaciência, de descrédito, de falta de atenção e eu as suportei. Todas me atingiam a alma, e, infelizmente, devem ser atribuídas a vocês. Vocês pensam que não me machucaram.  Não se tocaram, de que estas me levaram àquela.


Já ouvi alguém dizer "...que os filhos não pediram para nascer... "Logicamente, quem assim pensa, quer externar algum sentimento de piedade para com os filhos. No meu caso, posso lhes garantir, eu pedi para nascer. Melhor; eu quis nascer. Não sei se disputei a minha aurora. Não me lembro e nem poderia lembrar.
O que sei é que, de repente, me senti aconchegadamente instalado, comendo e dormindo, quando bem queria, e envolvido por um silencioso carinho, que nem era preciso abrir os olhos para saber se era real.


Creio que pedi para nascer e fiquei contente com a minha opção. Infelizmente, pensei que tudo se resumiria a nove meses. Depois o desespero. Não sabia que as coisas eram como me foram colocadas.
Senti que vocês sempre estiveram preocupados comigo. Compreendo que vocês fizeram tudo para que eu tivesse o melhor. Brinquedos - caríssimos - ganhei, mas - agora serei bem sincero - eu não gostava deles.  Se não: por ter que mantê-los inteiros, em virtude do preço, era porquê, o que eu queria, era bem mais barato.


Eu ficaria muito mais satisfeito, com os dedos de vocês por entre os meus cabelos. Mesmo que fosse, enquanto eu estivesse dormindo; para não pensarem que eu os subjugava.
Vocês me deram tanto e eu fiquei acomodado.
Depois, talvez por isso, fui classificado como vagabundo.


Pensando: lembro que vocês insistiram muito para que eu fosse criado na Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo e algumas vezes fui chamado de "desgraçado".
Meu comportamento não servia. Fui miserável, sem vergonha, pilantra, drogado... Todos estes adjetivos eu lembro. Talvez por tê-los escutado várias vezes. Ao contrário, não lembro de uma palavra de carinho, de um elogio, ou de uma atitude de vocês, em minha defesa. Vocês perguntavam: Onde esteve? Com quem andou? Por que chegou tão tarde?


Muito embora com palavras diversas, talvez com um silêncio, minha resposta íntima era sempre a mesma: Eu não agüento mais esta vida Sabem por que ? Porque eu gostaria muito de me divertir com vocês Na minha casa nunca houve alegria. Vocês sempre gostaram de citar os meus colegas como exemplos. Eu não podia mencionar os pais deles como modelos, pois eu seria ingrato.
Eu estava todo atrapalhado e vocês nem desconfiaram.
Agora, chego à conclusão, de que o egoísta fui eu. Eu queria ser convidado para me divertir com vocês, sem saber que a vida de vocês também não era nada divertida.


Uma coisa que me preocupava sempre, era o " porquê ", de eu ser, ao mesmo tempo, orgulho e estorvo.
Tudo agora passa na minha cabeça, como se fosse um vídeo.
Ouvi tanto de vocês que estava errado e venho pedir perdão para poder descansar sossegadamente, acho que vou morrer. Façam alguma coisa para que eu sinta, que vocês me perdoaram.


Eu não estou escutando as suas vozes:
Papai!!!  Papai!!!   Mamãe!!!  Papai!!! Mamãeeee !!!
Não ouço mais nada... Vocês estão aqui? Vocês não gostaram do que eu disse? Por favor desculpem-me... Desta vez eu não estou mentindo! Aliás, eu nunca menti.  Vocês é que nunca estiveram presentes para ouvir a minha verdade. A minha verdade é uma só !Eu amo vocês ! Eu seria o ser humano mais feliz do universo, se tivesse sido vítima de uma "overdose" de AMOR.


Um beijo.

A FORÇA DO AMOR



Eram noivos e se preparavam para o casamento, quando o pai da noiva descobriu que o rapaz era dado ao jogo.


Decidiu se opor à realização do matrimônio, a pretexto de que o homem que se dá ao vício do jogo, jamais seria um bom marido. 
Contudo, a jovem obstinada decidiu se casar, assim mesmo. 
E conseguiu, fazendo valer a sua vontade, vencendo a resistência do pai.


Nos primeiros dias de vida conjugal, o rapaz se portou como um marido ideal. Entretanto, com o passar dos dias, sentia crescer em si cada vez mais o desejo de voltar à mesa de jogo.


Certa noite, incapaz de resistir, retornou ao convívio de seus antigos companheiros. 
Em casa, a jovem tomou um bordado e ficou aguardando. Embora ocupada com o trabalho manual, tinha os olhos presos ao relógio. As horas pareciam passar cada vez mais lentas.


Já era alta madrugada, quando o marido chegou. Nem disfarçou a sua irritação, por surpreender a companheira ainda acordada. Logo imaginou que ela o esperava para censurar a sua conduta.


Quando ele a interrogou sobre o que fazia àquela hora ela, com ternura e bondade na voz, disse que estava tão envolvida com seu bordado, que nem se dera conta da hora avançada.


Sem dar maior importância à ocorrência, ela se foi deitar.


No dia seguinte, quando ele retornou ainda mais tarde da casa de jogos, a encontrou outra vez a esperá-lo.


"Outra vez acordada?", perguntou ele quase colérico.


"Não quis que fosse se deitar, sem que antes fizesse um lanche. Preparei torradas, chá quentinho. Espero que você goste." 
E, sem perguntar ao marido onde estivera e o que fizera até aquela hora, a esposa o beijou carinhosamente e se recolheu ao leito.


Na terceira noite, ela o esperou com um bolo delicioso, cuja receita lhe fora ensinada pela vizinha.


Antes mesmo que o marido dissesse qualquer coisa, ela se prendeu ao pescoço dele, abraçou-o e pediu que provasse da nova delícia.


E assim, todas as madrugadas, a ocorrência se repetiu. O marido começou a se preocupar


Na mesa de jogo, tinha o pensamento menos preso às cartas do que à esposa, que o esperava, pacientemente, como um anjo da paz. 
Começou a experimentar uma sensação de vergonha, ao mesmo tempo de indiferença e quase repulsa por tudo quanto o rodeava.


O que ele tinha em casa era uma mulher que o esperava, toda madrugada, para o abraçar, dar carinho. E ele, ali, naquele lugar?


Aos poucos, foi se tornando mais forte aquele incômodo. Finalmente, um dia, de olhar vago e distante, como se tivesse diante de si outro cenário, o rapaz se levantou de repente da mesa de jogo.


Como se cedesse a um impulso quase automático, retirou-se, para nunca mais voltar. 
Nos dias de hoje, é bem comum os casais optarem por se separar, até por motivos quase ingênuos.


Poucas criaturas decidem lutar para harmonizar as diferenças, superar os problemas, em nome do amor, a fim de que a relação matrimonial se solidifique.


Contudo, quando o amor se expressa, todo o panorama se modifica. 
É difícil a alma que resista às expressões do amor. Porque o amor traz a mensagem da plenificação, do bem estar, da alegria. 
Desta forma, é sempre salutar investir no amor, expressando-o através de gestos, pequenas atenções, gentilezas.


O amor é o sentimento por excelência e tem a capacidade de transformar situações e pessoas.


Experimente-o agora.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

LUCIANO ANUNCIA FIM DA DUPLA COM ZEZÉ

ORAÇÃO E HUMILDADE

Meu Deus, sei que ainda sou um ser em evolução e que muitas vezes fujo dos
objetivos que o Senhor traçou para que eu alcance a minha felicidade.
Sei também que nem sempre consigo fazer o bem que desejo, e muitas são as
vezes que faço o mal que já não gostaria mais de fazer.
Por isso venho a ti, Senhor, para rogar forças, coragem e lucidez para
acertar mais vezes do que me equivocar, e quando me equivocar, que seja por
fraqueza ou ignorância, mas nunca por deliberação.


Venho a ti para pedir que não permita, em tempo algum, que eu perca a
vontade de viver, apesar dos momentos de dor e de sofrimento, que por certo
terei que passar.
Pedir ajuda para cultivar o otimismo, mesmo que o futuro não seja tão
promissor.
Para que me ensine a desenvolver o romantismo, ainda que em meu peito o
coração pareça ter emudecido.


Senhor, ajuda-me a não perder a fé na amizade, mesmo que às vezes os amigos
me traiam ou me abandonem nos momentos em que mais precisar deles.
Ajuda-me a cultivar o hábito e a alegria de ajudar as pessoas, ainda que
muitas delas sejam ingratas e incapazes de retribuir.
Ensina-me a manter o equilíbrio até nos momentos de grandes abalos, em que
tudo conspire para que eu perca o rumo.


Senhor, ajuda-me a amar sem esperar retribuição nem reconhecimento dos seres amados.
A observar a vida com brilho no olhar, até nos momentos em que a escuridão
turbe os meus olhos. A enfrentar os desafios da vida com garra e disposição, mesmo sabendo que as derrotas são inevitáveis no meu caminho.
Permita-me usar sempre a razão e o bom senso, ainda que o apelo dos vícios
seja forte, insistente e constante na minha intimidade.
Sobretudo, Senhor, ajuda-me a elevar o sentimento de justiça acima dos meus
próprios interesses.


Permita-me conservar o amor pela família, mesmo que ela me exija imensos
esforços e árduas renúncias em prol da sua harmonia.
Ensina-me a ver sempre o lado bom e belo das coisas, apesar das lágrimas que
brotam amargas do fundo da minha alma.
Senhor, que eu jamais perca a vontade de herdar as estrelas, mesmo habitando
um planeta pequeno e de categoria inferior.
E, acima de tudo...


Que eu jamais esqueça que o Senhor é a inteligência suprema do universo e
que me ama infinitamente...
Que provê minhas necessidades, ampara-me sempre e só quer o meu aperfeiçoamento.
Que eu possa entender as pessoas que são mais frágeis que eu...
A não julgar o meu semelhante...
A educar meus sentimentos e desenvolver minha inteligência...
E, por fim, que eu nunca esqueça que sou um espírito imortal... E que minha
felicidade é uma conquista minha...Amém!


Meus amigos...


Nos dias em que a tristeza se apresentar, dissimulada e insistente em sua
janela, recolha-se por alguns instantes...
Busque sintonizar com as forças do bem, que pairam acima das nuvens densas
que envolvem a terra, e alimente sua intimidade com a harmonia celeste.
Não se deixe envolver pela tristeza, pois ela lhe impedirá de ver a esperança 
que insiste em lhe acenar com a certeza de que um novo e lindo dia surgirá.


Bom dia!!!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

ANJOS...

Era uma vez um anjinho chamado AMOREL, muito distraído, que recebeu uma incumbência de Deus: ?
- AMOREL, acabo de inventar os humanos. Eles estão classificados como homem e mulher, cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos  e leve para que eles habitem a Terra.


Amorel ficou contente pois, há muito tempo, o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. 
O anjinho pegou a bandeja  e ao virar uma esquina lá no céu,  trombou com uma anjinha chamada Amanda. A bandeja voou longe,  e todos os casais de humanos se misturaram.


Amorel e Amanda ficaram desesperados  e foram contar para Deus o ocorrido  e o Senhor falou: 
- Vocês derrubaram, vocês juntarão! 
Porém, parece que Deus se esqueceu  que os anjinhos eram distraídos. 
E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam. 
Os dois anjinhos, trabalham incessantemente  para que os casais originais se encontrem. O trabalho é muito difícil, tanto é, que por muitas vezes  eles juntam casais errados,  pois os humanos espalhados ficam inquietos  e cobram o serviço dos anjinhos, o tempo todo.


Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados,  mas logo depois percebem o engano e os separam,  e por muitas vezes, esta separação é brusca,  pois não se tem tempo a perder. Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra você agora: 


"Se você é um humano,  queremos pedir desculpas pela nossa distração,  pois errar não é só humano! 
Estamos trabalhando com empenho,  porém, sempre contando com a ajuda de vocês. Não se desesperem mas também, não se isolem. 
Tentem se mostrar realmente, quem é cada um de vocês, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade,  vai tornar o nosso trabalho mais fácil.


Aproveitamos a oportunidade,  para nos desculpar pelas separações abruptas,  sabemos que elas geram muito transtorno,  mas se nós o separamos de alguém,  é por que em algum canto  vimos alguém bem mais parecido  e por isso precisamos isolá-los para facilitar o encontro.


Fiquem com Deus. 
Beijos Amorel e Amanda." 


 ÉEE FAZ SENTIDO!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

EU OUVI DEUS.



Levantei chateado já pensando nos inúmeros problemas que eu tinha para resolver naquele dia, um gosto amargo na boca, dores pelo corpo e uma angústia esquisita me invadia a alma e dizia que eu não havia dormido bem. 


Eu parecia uma barata tonta, não tinha idéia de "por onde começar"...


Quando sai para a rua fui surpreendido por um dia maravilhoso, um sol "gostoso" iluminava um céu azul quase sem nuvens, e eu tive a impressão de que Deus queria falar comigo. 


Continuei caminhando e nas árvores da praça perto de casa, dezenas de passarinhos cantavam alegres e disputavam alimentos com uma barulheira festiva, e senti que Deus queria falar comigo.


Olhei para as flores daquele Jardim e me lembrei de Jesus falando aos antigos: "(LC 12:27) "Olhai os lírios no campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.", e mais uma vez senti que Deus queria falar comigo.


Angustiado com meus problemas que pareciam ser os mesmos sempre, parecia que eu nunca iria sair daquele círculo de aflições, quando percebi que minhas pernas estavam me levando por todos os lugares que eu queria, mesmo sem eu ordenar nada, que meus braços eram fortes e eu poderia utilizar essa força para o trabalho, e que meu cérebro possuía ainda um raciocínio muito rápido, e mais uma vez percebi que Deus queria falar comigo.


Mais a frente, vi um menino de no máximo 3 anos, com os bracinhos esticados e nas pontas dos pés pulando para alcançar uma maçã no alto de uma árvore.
Mesmo com todo o seu esforço, empenho e alegria, eu percebi que ele nunca iria conseguir alcançar aquela maçã, e nesse momento eu ouvi Deus me falar que nós somos iguais aquela criança, na maioria dos nossos dias, colocamos nossa felicidade, nossos melhores sonhos, em lugares tão altos como aquela maçã estava para o menino, perseguimos frutos que não estão ao nosso alcance, e desprezamos o belo, as coisas boas que a vida nos oferece e nem damos a devida atenção.


Percebi então, quanto tempo eu estava perdendo amando quem não me amava, trabalhando onde não me sentia feliz, fazendo coisas somente para agradar quem nunca mereceu, desejando coisas que eu nem sabia se me fariam felizes, buscando um Deus da guerra para vencer meus inimigos, quando Deus é só amor.


Então compreendi que a felicidade está onde nós estamos, onde está o nosso coração e nesse dia eu ouvi Deus.

ERA SEU ÚLTIMO DIA DE VIDA, MAS ELE NÃO SABIA DISSO...

Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora se deitar muito tarde. 
Também não havia dormido bem. Tinha sido um sono agitado. 
Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.


Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. 
Não prestou a atenção no rosto cansado nem nas olheiras escuras, resultado de noites mal dormidas. Nem se quer percebeu um aglomerado de pêlos teimosos que escaparam da lâmina de barbear.
" A vida é uma seqüência de dias vazios que precisamos preencher ", pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.
Elogiou o café e saiu resmungando baixinho um " bom dia ", sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela guardavam a doçura da mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava ?


Claro que ele não teve tempo de esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma antiga canção de Roberto Carlos, ''Detalhes tão pequenos de nós dois...''
Pensou que não tinha mais tempo de curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir o programa de Roberto Carlos nas tardes de domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.


Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível. Quem sabe no próximo final de semana? Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente era impossível.
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoa de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
No que seria a sua hora de almoço, pediu para secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.


Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar,sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas, ele logo concluiu que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte sem açúcar.
Terminando o " almoço ", escovou os dentes e voltou à sua mesa. " A vida continuava ", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. 
Tinha que mostrar resultado. Será que o gerente não conseguia entender isso ?


Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.
Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo um mal estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar... a dor foi aumentando... o carro desapareceu e ... os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmera lenta. Quadro a quadro, ele via a esposa, o netinho, a filha e, umas após outras, todas as pessoas que mais gostava.


Porque mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto ? 
O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigos no último feriado ? A dor do peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a dor do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte; a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorrerem lágrimas silenciosas. Queria viver, ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...
Queria... Queria... Mas, não havia mais tempo...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

PORTO SEGURO

Oi pai, é , eu cresci mas de nada eu esqueci. 
Me lembro de cada momento que tivemos uns grandes, outros pequenos mas todos ficaram aqui gravados como se estivessem tatuados.


É pai, cresci Mas você nunca saiu daqui de dentro do meu coração, Viveu sempre a sua imagem, muitas vezes envolta em saudade. Se lembra quando eu ainda era criança? Um tico de gente e você jovem e eloqüente? Me dava a sua mão pra caminharmos. E naquele instante o mundo pra mim paravaNaquele momento nada me ameaçava.


Se lembra do meu sorriso quando encontrava o seu?
Das minhas lágrimas que você secava quando algo me chateava?
Se lembra quando passeávamos, andávamos de bicicleta e conversávamos?


Pai, era tudo tão bom. A sua companhia era uma alegria. O seu olhar o meu porto seguro e a sua voz pra mim era o mundo.
Mas eu cresci pai a vida mudou me acorrentou em compromissos me arrancou um pouco de você e é por isso que hoje eu vim aqui lhe dizer que na verdade, nada mudou...


Você continua sendo o meu amor o meu espelho O meu grande conselheiro a ponte para atravessar qualquer rio. O porto seguro do meu navio.
Pai, eu ter crescido, você ter cabelos brancos, na verdade, não quebrou o encanto porque ele vive é dentro de nós.


Me perdoa muitas vezes a distância faz parte da minha ignorância Quem sabe até da minha infância. Aquela que eu ainda trago dentro de mim e que na verdade gosto que seja assim. Porque sendo como é nunca esqueço do seu valor. Embora essa minha distância. As vezes lhe leve a dor.


Olha pai, eu só vim aqui mesmo pra dizer que não teria conseguido se não fosse o seu amor o seu carinho e o seu calor. 
E agradeço a Deus todo dia Por ter colocado na minha vida a sua grande companhia!!!
DEDICADO A TODOS OS PAIS QUE MUITAS VEZES SENTEM OS SEUS FILHOS UM POUCO AUSENTES... O QUE NÃO QUER JAMAIS DIZER, QUE O AMOR ACABOU.

A FOFOCA


Olá Amigos!!


As pessoas que gostam de falar muito e gostam de fazer fofocas, são as que se acham melhores que os outros, geralmente elas falam muito e nada dizem... Trago-lhes hoje uma historia sobre a fofoca...


Reflitam!!


Esta arma aniquila qualquer organização social, por mais bem ajustada que possa ser. Ela surge nos ambientes de improviso. Não se sabe de onde ela vem e nunca tem paternidade. Oficialmente não existe. Sua trincheira de luta é sempre a clandestinidade.


Quando ataca, fere, agride, desanima e destrói. Nenhum grupo social está livre da fofoca. E quando ela medra dificilmente será extinta porque quando as providencias combativas chegam, ela já fez o estrago que queria…


Quem administra necessita ter suas antenas vigilantes para flagrar as fofocas em suas origens, a fim de não dar chance de avanço.


É incrível, mas o ser humano está sempre pronto para cuidar da vida alheia. Este foi um vício que foi institucionalizado, pois até as nações já estão fofocando.


Uma historinha sobre fofoca: Numa cidade do interior Lourenço encontrou um dirigente espírita, homem ilibado, trabalhador e muito querido. Todo mundo queria ouvi-lo um pouco mais e como no centro espírita isso era impossível, as pessoas se propunham avistá-lo em sua residência. Ao que, ele diz:


- Isso mesmo passe lá em casa!


Tomaremos um cafezinho e falaremos mal dos outros.


Lourenço ficou preocupado e quis saber do cidadão o porquê dessa resposta e o dirigente completou:


- Olha meu filho, o maior perigo que a humanidade enfrenta é o exercício da língua. A língua é um instrumento perigosíssimo, quando mal aplicado. Deus, conhecendo os perigos da língua, encerrou-a numa caverna (a boca) e colocou uma grade (os dentes). O homem, no entanto, ignora tudo isso e, ante qualquer deslize de seu semelhante, libera a língua e censura o infeliz, sem dó, induzindo as pessoas a fofocarem comigo, fico mais tranquilo, porque as fofocas que ouço terminam em mim e não vão causar à frente desgostos, terríveis crises, inimizades e quem sabe até crimes…


Arrematando este breve comentário encaixo antiquíssimo provérbio chinês que diz:


“Antes de colocar a língua em movimento verifique se a mente está engrenada”…




Queridos Amigos!! 


As pessoas que fazem fofocas são geralmente as que se acham melhores que os outros, são as que querem chamar atenção, querem mostrar que são elas que sabem das coisas, mas na verdade são as que menos sabem... Quem fala muito, nada diz e nada aprende...